10 de agosto de 2012

Uma história de vida: Paul Cardall “Antes do meu coração parar”




Paull Cardall, um premiado pianista americano, escritor, conferencista, sobrevivente de transplante de coração. Nasceu com cardiopatia congênita, um problema com a estrutura do coração, devido a sua má formação. Depois de viver por mais de três décadas com a doença, o músico desafiou as expectativas médicas, suportando uma série de cirurgias e de doenças ao longo de sua vida, mas a cirurgia que ele mais precisava era a de um transplante de coração.

Durante sua trajetória, Paul iniciou um blog para trazer atualizações a sua família e amigos sobre sua condição, compartilhou seus pensamentos, sentimentos e observações sobre o que era deverá ser nos dias finais de sua vida. Mas o seu blog, "Living For Eden" não era sobre a morte. Era sobre a importância da família, a necessidade de fé, superação, porque "a cada dia, a morte é cada vez mais estreita". O próprio blog foi nomeado depois que sua filha Eden nasceu. Enquanto lutava para sobreviver, Paul se aproximava ainda mais de Deus. Em suas postagens diariamente, ele ofereceu princípios universais para aqueles que valorizam as coisas espirituais, e celebra o que significa amar verdadeiramente uma família.


Paul, após receber um transplante de coração em setembro de 2009, escreveu um livro de memórias com suas experiências "Before My Heart Stops" (Antes do meu coração parar) publicado pela Shadow Mountain. Ele espera que esta jornada milagrosa ilustre duas coisas: (1) Verdadeiramente, Deus esta no comando de nossas vidas e (2) Cada um de nós foi colocado nesta terra por uma razão.


"Eu nasci com metade de um coração. Deus fez a diferença."


Seu novo álbum “New Life” alcançou o topo do “New age Billboard albums”. Superou a “Truth of Touch Yanni" e " The Very Best of Enya”. É o primeiro álbum do músico desde que recebeu o transplante. O álbum foi concluído em Setembro 2010.


2 de agosto de 2012

Fiz as pazes com a saudade...



Hoje acordei com o coração apertado, fui correr e planejei um crime: matar a saudade. Mas logo lembrei que só existe saudade porque um dia existiu o amor. Relembrei o amor, olhei as velhas fotos, inexplicavelmente escutei sua doce voz. Fiz as pazes com a saudade, trinquei os dentes e vivi mais um dia...Mãe.  (Villy Fomin)

Imagem: Heidi

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