21 de junho de 2016

Ludovico Einaudi - Elegy for the Arctic




"Salve o Ártico".
O músico e pianista italiano Ludovico Einaudi, a quem devemos a trilha sonora do filme Intocáveis, toca sua composição no oceano Ártico, em frente à geleira Wahlenbergbreen, próximo à Noruega, para alertar sobre as mudanças climáticas.

20 de junho de 2016

O outono já está se despedindo...



E o inverno começa hoje às 19:34h.

Que os meus caminhos sejam sempre os seus caminhos...


"O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do senhor. Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o senhor pesa o espírito. Confia ao senhor as tuas obras, e os teus desígnios serão estabelecidos." Provérbios 16:1-3

18 de junho de 2016

"Amar, coisa difícil!" - Bate-papo com Jorge Forbes e Gilles Lapouge


Jorge Forbes e Gilles Lapouge se encontram no palco do Teatro Aliança Francesa na próxima segunda 20/06/16. 

Os participantes irão conversar sobre o amor e suas dificuldades. A não existência de uma formula exata para o amor dar certo ou a difícil expressão do amor são alguns dos assuntos que serão abordados. 

Após a conversa, haverá uma sessão de autógrafos dos livros Dicionário dos apaixonados pelo Brasil, de Gilles Lapouge, e Você quer o que deseja?, 12a edição reformulada e revisada, de Jorge Forbes.

Sobre os participantes

Gilles Lapouge é escritor e jornalista francês nascido em 1923. Colabora com o jornal O Estado de São Paulo. 

Jorge Forbes é psicanalista e médico psiquiatra. Doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP).  

Fonte: Teatro Aliança Francesa

15 de junho de 2016

Corneille - Parce qu'on vient de loin



"Et quand l'hiver perdure 
On se dit simplement que la chaleur nous reviendra 
Et c'est facile comme ça 
Jour après jour 
On voit combien tout est éphèmere"

11 de junho de 2016

O sol se anuncia...


"Alma" é o nome do lugar onde se encontram esses pedaços
perdidos de nós mesmos. São partes do nosso corpo, como
as pernas, os braços, o coração. Circulam em nosso sangue,
estão misturadas com os nossos músculos.
Quando elas aparecem o corpo se comove, ri, chora...
Para que servem elas? Para nada. Não são ferramentas.
Não podem ser usadas. São inúteis.
Elas aparecem por causa da saudade. 
A alma é movida à saudade. 
A alma não tem o menor interesse no futuro. 
A saudade é uma coisa que fica andando pelo tempo passado 
à procura de pedaços de nós mesmos".

Créditos: Rubem Alves
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